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gestão financeira familiar

Como envolver a família na gestão financeira familiar?

Lidar com as finanças é sempre uma atividade que exige atenção. Quando se trata do orçamento que compete à família, é ainda mais difícil tomar decisões, afinal, é preciso considerar as características que cada membro possui e como isso pode afetar a gestão financeira familiar. Por exemplo, alguns podem ser propensos a poupar, já outros podem ter uma tendência a comprar desenfreadamente.

Para chegar a um orçamento familiar adequado é necessário considerar essas particularidades e buscar sempre um consenso, para que as decisões tragam benefícios para todos. Entretanto, nesse caminho é possível que você encontre dificuldades para envolver a família.

Por esta razão, separamos algumas dicas para te auxiliar no assunto. Confira!

Faça uma lista dos gastos

Este é primeiro passo para a mudança de atitude da sua família. Com uma lista de todos os gastos será possível ter uma ideia de como o dinheiro é usado. O ideal é colocar os gastos divididos por categorias como saúde, alimentação, lazer, etc.

Procure usar uma planilha ou aplicativo de finanças e junto com a família fazer análises desses gastos. Isso ajudará a ter um controle das finanças mensalmente e, inclusive, ter renda suficiente para planejar férias e programas com eles, além de criar uma consciência sobre como o dinheiro é gasto e o que pode ser alterado.

Inclua os filhos na gestão financeira familiar

Entendemos que os filhos podem achar o assunto maçante, porém é interessante introduzi-los ao universo financeiro. Esse hábito pode ajudá-los futuramente a lidar com o próprio dinheiro. As crianças, principalmente, devem entender que ele é uma consequência de um trabalho e que não é ilimitado.

Existem algumas estratégias que ajudam a ensiná-las, mas claro que isso vai depender da maturidade delas. Quando é uma criança pequena, comece conversando sobre a origem dos recursos e como é difícil conquistá-los. Fale sobre a importância de poupar e como isso pode ajudar a atingir aquilo que se quer.

Quanto mais cedo a criança entender como economizar e planejar pode ser útil para a compra, melhor. Para isso, você pode pedir para ela ajudar a compor a lista de compras do supermercado, por exemplo.

Outra atitude interessante é adotar a mesada, inclusive com os filhos mais velhos. Este comportamento deve incentivá-los a criar a percepção de prioridade, principalmente se você oferecer uma quantia única para cada mês e que mesmo que acabe não haja reposição.

Tenha objetivos

Os objetivos a serem definidos devem considerar todos da família, mesmo em caso de compras que só correspondem a um membro, afinal, isso atingirá o orçamento geral, especialmente no caso de grandes gastos, como a compra de um carro ou um imóvel.

A planilha com os principais custos pode ajudar a estabelecer melhor esses objetivos, afinal de contas, é a partir dela que você saberá quais são os gastos desnecessários ou aqueles que, se forem interrompidos por um tempo, não prejudicarão o desempenho familiar.

Outra questão é que os objetivos devem ser definidos também para gastos fixos, como alimentação ou despesas fixas de casa. Estabeleça metas para diminuir os gastos com alimentos supérfluos, por exemplo, ou invista para diminuir o consumo de energia elétrica.

Faça uma reserva

Com o tempo você e seus familiares já terão uma boa ideia de como funciona o orçamento da família e também como cada um se comporta perante os gastos.

Essa nova etapa traz a oportunidade de guardar mais dinheiro. Não pense duas vezes para utilizar essas sobras e criar uma reserva para as situações de emergências ou imprevistos, inclusive para que você não precise fazer mais empréstimos.

Percebeu que não é tão difícil assim incluir os familiares quando o assunto são as finanças? Com paciência e planejamento é possível mudar os hábitos e até conseguir economizar. Esperamos que com estas dicas você consiga introduzir a sua família nas decisões e na gestão financeira familiar.

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